União Europeia pede liberação do Estreito de Hormuz
17 de junho de 202600:03Redação
Ursula von der Leyen está na França para o G7Crédito: European Parliament, CC BY 2.0, via WC
O mundo pode ter celebrado a questão dos Estados Unidos e do Irã chegarem a um acordo para terminar a guerra. Contudo, mais as restrições ao programa nuclear e balístico iraniano, os países, querem, hoje, à curto prazo, é voltarem a navegar pelo Estreito de Hormuz, principal rota marítima do petróleo mundial. Durante o G7, na França, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, declarou que o local precisa reabrir e a liberdade de navegação deve ser restaurada, sem pedágios e restrições. Ela também ressaltou que os ataques de Israel ao Líbano precisam acabar, para que a paz na região do Oriente Médio volte a reinar, depois de um longo período de conflitos.
Ucrânia na mesa de debates
Outro assunto que estará na pauta do encontro será a Ucrânia. O país do Leste Europeu, que está em guerra com a Rússia, tem grande possibilidade de entrar no bloco, algo que é a principal causa do conflito. Von der Leyen lembrou que o pacote de empréstimos de 90 bilhões de euros cobre dois terços das necessidades de financiamento da Ucrânia para 2026 e 2027. Para o terço restante, disse que os parceiros de Kiev precisam contribuir — tema que estará na mesa do G7.
Hungria terá uma "nova" constituição
Péter Magyar quer revogar grande parte das leis de ObránCrédito: Szilárd Koszticsák/MTI
O atual governo da Hungria começa a passar a limpo algumas feitas durante os mandatos de Viktor Orbán. Uma delas é a limitação de mandatos de primeiros-ministros, que passa a ser de oito anos, com possibilidade de reatroação. Ou seja, Obrán, que ficou 16 anos no poder no país, não poderia mais ser eleito primeiro-ministro húngaro. Vale lembrar que Péter Magyar tem maioria emagadora no parlamento e fará grandes mundança na constituição, principalmente em alguns atos de seu antecessor.
Guinada mais para o Centro
Outra emenda constitucional também abre caminho para a dissolução do Escritório de Proteção da Soberania, criado pelo governo Orbán, que estigmatizou figuras da oposição e jornalistas por servirem a "interesses estrangeiros". O novo primeiro-ministro que pretende reaproximar a Hungria do Ocidente, reviver a economia e reformular a mídia estatal do país.
Ataque contra Trump
O FBI noticiou que impediu um possível ataque no evento de UFC que aconteceu na Casa Branca, em homenagem ao aniversário do presidente dos EUA, Donald Trump. De acordo com uma reportagem da Fox News, o plano envolvia o uso de drones e atiradores de elite. Cinco pessoas foram detidas.
Casa Branca
O plano consistia em usar drones para atingir prédios próximos à Casa Branca durante a luta do UFC e provocar uma evacuação em massa que "levasse a multidão em direção a uma equipe de atiradores de elite previamente posicionada", disse a Fox News. O segundo passo seria invadir a Casa Branca.
Aniversários
Apesar do evento ter sido em comemoração do 80º aniversário de Trump, ele também fez parte da agenda de celebrações dos 250 anos da independência dos EUA. Trump tem sido alvo de várias tentativas de assassinato. A mais recente foi em abril, quando um homem tentou invadir um jantar com jornalistas na Casa Branca.
Violência no Haiti
O secretário-geral da ONU, António Guterres, está no Haiti, para uma visita de solidariedade ao povo local, que sofre com mais um onda de guerras e atentados. O porta-voz de Guterres, Stephane Dujarric, informou que o líder da ONU quer testemunhar pessoalmente os desafios humanitários e de segurança da ilha caribenha.
Operações da ONU
Guterres quer avaliar o apoio das Nações Unidas ao Haiti no enfrentamento da crise de segurança, que é considerada multidimensional. As atenções estarão em torno do suporte logístico e operacional à Força de Combate às Gangues, realizado em conformidade com a resolução 2793 do Conselho de Segurança.
Estabilidade e paz
Durante a visita, o chefe das Nações Unidas deve se reunir com o primeiro-ministro do Haiti, Alix Didier Fils-Aimé, para restaurar a estabilidade e a paz no país. Desde o início de janeiro, a violência de gangues na nação caribenha resultou em, pelo menos, 2,3 mil mortes, 1,1 mil feridos e 99 sequestros.
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