O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sanchéz, informou que dos 60 mil imigrantes que chegaram à nado à costa de Ceuta, cerca de 25 mil pessoas já retornaram ao Marrocos. O governante socialista também declarou que "a entrada de imigrantes pelo mar em Ceuta é uma situação inédita e uma violação à soberania da Espanha". Ele reforçou que enviará mais guardas nacionais ao território para acelerar a triagem de imigrantes que chegaram de forma irregular para deportá-los de volta para o Marrocos.
Prefeito de Ceuta já havia pedido Estado de Emergência
Nas últimas 24 horas estima-se que mais de 60 mil pessoas imigraram pelo mar do país Marroquino para Ceuta, cidade autônoma da Espanha que fica no Norte da África. Há várias tentativas de imigração ilegal para o país Espanhol. Na última semana mais de mil e quinhentas pessoas chegaram a Ceuta. Como a cidade espanhola fica na África situada em frente ao Estreito de Gibraltar, que separam Espanha e o Norte da África, a Espanha repele milhares de tentativas de entradas ilegais durante todo o ano.
O prefeito de Ceuta, Juan Jesus Vivas já havia pedido ao governo do primeiro-ministro espanhol para declarar estado de emergência por conta da imigração em massa de pessoas, além de ter solicitado a ajuda do exército.
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