Choro e rio toda vez que o vejo. Sua voz um petardo. Sua alma, só Luz. Seu talento, inigualável. Voz, jeito, molejo, instinto, gêneros diversos, todos praticamente:
Do country ao folk. Do R&B, pro Soul, pro Gospel, pro Rock N' Roll, baladas...
The King of Rock.
The Lady's Man.
Beijos na boca a mil, a rodo. Ninguém beijou tanta fã ao vivo quanto Elvis. Desavergonhadamente. Despudoradamente.
Várias, bem na frente dos olhares de seus maridos e namorados, admirados como elas,
provavelmente pensando: se eu fosse uma delas, faria o mesmo... Ele pode!
Elvis, o pacote completo: de beleza, potência, talento e elegância.
E VOZ.
Ninguém foi como Ele.
Long live the King!
O Deus do Rock n' Roll:
Ele foi o meu primeiro contato com a verdadeira Arte, quando ouvi um compacto de minha mãe em casa, em 1977, então eu, com 5 pra 6 anos:
"Love me Tender"... "Suspicious Minds"... "It's Now or Never"... "Are You Lonesome Tonight?"
Duas faixas de cada lado, num pequeno vinil de capa branca de papelão. Amor à primeira audição.
Elvis o culpado Mor!
Minha primeira inspiração. Meu primeiro Amor à Arte.
Arte. Razão do meu viver.
E do meu sofrer.
Vivo Artista.
Sofro Artista.
Morrerei Artista.
Como Ele, que deu tudo, em Vida, por todos nós.
Eterno...
Permanece.
Nos corações de quem ficou.
Tá triste?
Uma hora de Elvis e passa!
Uma hora, trinta e seis minutos e quarenta e um segundos para ser preciso:
"Epic: Elvis in Conceer", de Baz Luhrmann.
A maior produção audiovisual sobre o Rei jamais feita.
Sem efeitos, sem IA.
Apenas dois gênios de carne, osso e alma, de mãos dadas:
Baz e Elvis. Elvis e Baz.
Que casal maravilhoso! Tô com ciúmes, Elvis... Mas reconheço: o amor de vocês dois, foi feito maravilhosamente bem... E já gerou dois filhos, até agora...
Que os Deuses da Arte abençoem esse belo casal!
*Cineasta
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