Por: Da Redação

Teatro de Valença recebe três espetáculos

A Prefeitura de Valença informou que o Teatro Sesc Rosinha de Valença recebe três atrações gratuitas entre os dias 16 e 18 de abril. Todos os ingressos serão distribuídos na bilheteria do teatro, uma hora antes de cada apresentação, conforme a disponibilidade de vagas. O teatro está localizado na Av. Professora Silvina Borges Graciosa, bairro Belo Horizonte.

A programação começa nesta quinta-feira (16), às 20h, com a exibição do filme "Malês", direção de Antônio Pitanga. A obra, uma ficção brasileira de 2024 com 114 minutos de duração e classificação indicativa de 16 anos, transporta o público para a Salvador de 1835. A trama acompanha dois jovens muçulmanos que, durante o próprio casamento, são arrancados de sua terra natal na África e escravizados no Brasil. Separados pelo destino, eles lutam para sobreviver e se reencontrar, enquanto se veem envolvidos na maior insurreição de pessoas escravizadas da história do país: a Revolta dos Malês. O filme é uma jornada de resistência e coragem.

Na sexta-feira (17), também às 20h, sobe ao palco o show "Gismonti 70", com Bianca Gismonti Trio. A apresentação é uma turnê de celebração ao legado do compositor Egberto Gismonti, proposta de forma íntima e intensa por sua filha, Bianca Gismonti (piano e voz), acompanhada por Fernando Peters (baixo) e Julio Falavigna (bateria). O repertório especial reúne peças emblemáticas como "7 Anéis", "Lôro", "Forrobodó" e "Palhaço", além de criações da própria Bianca, que dialogam com essa herança musical. Em uma mescla de canções e músicas instrumentais, arranjos inéditos e abordagem contemporânea, o show de 70 minutos proporciona uma experiência envolvente que une passado e presente. A classificação indicativa é livre para todos os públicos.

No sábado (18), às 16h, é a vez da criançada e dos adultos se divertirem com "Arrepiano", um espetáculo circense infantil gratuito. A história apresenta o palhaço Fornalha, que está na plateia ansioso pelo início de um grande concerto. Impaciente com a ausência do maestro, ele sobe ao palco, veste a roupa do regente e, com muito improviso e trapalhadas, transforma instrumentos esquecidos em sua orquestra particular.

Mas não apenas instrumentos convencionais: taças de vinho, bomba de encher pneu, sinos, serrote e um piano de garrafas entram em cena. Entre clássicos imortais, ritmos da América do Sul e grandes composições brasileiras, Fornalha prova que a música está em todo lugar, basta saber escutar. A Classificação indicativa do espetáculo também é livre para todos os públicos.