A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) alcançou, em 2025, um marco relevante em sua trajetória ao dobrar a representatividade feminina em seu quadro de empregados. O percentual passou de 14%, registrado em 2020, para 28%, cumprindo integralmente a meta pública estabelecida pela Companhia.
O avanço reforça o compromisso da CSN com a promoção da diversidade, da inclusão e da equidade de oportunidades em todos os seus segmentos de atuação. O resultado é fruto de uma estratégia estruturada, que inclui revisão de processos de recrutamento e seleção, programas de desenvolvimento, capacitação técnica e estímulo à presença feminina em áreas operacionais, industriais e de liderança.
Na mineração, o crescimento também foi expressivo. A CSN Mineração registrou mais de 27% de mulheres em seu quadro, frente aos 13% apurados em 2019, consolidando uma evolução consistente em um setor historicamente marcado pela predominância masculina.
Para a Companhia, ampliar a participação feminina contribui para o fortalecimento da cultura organizacional, para a construção de ambientes mais diversos e inovadores e para a geração de valor sustentável no longo prazo. A iniciativa integra a agenda ESG do Grupo e está alinhada às melhores práticas de governança corporativa.
Ao cumprir a meta estabelecida, a CSN reafirma seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e com a construção de um ambiente de trabalho cada vez mais inclusivo, pautado pelo respeito, pela valorização das pessoas e pela igualdade de oportunidades.
Sobre a CSN
Um dos mais eficientes complexos siderúrgicos integrados do mundo, a CSN atua com destaque em cinco setores: siderurgia, mineração, logística, cimento e energia. Atualmente, entre seus ativos, a empresa conta com uma usina siderúrgica integrada; cinco unidades industriais, sendo duas delas no exterior; minas de minério de ferro, calcário, dolomita e estanho; uma forte distribuidora de aços planos; terminais portuários; participações em ferrovias; e participação em quatro usinas hidrelétricas.
Fundada em abril de 1941, a CSN foi a primeira produtora integrada de aço plano no Brasil, um marco no processo de industrialização do país. Seu aço viabilizou a implantação das primeiras indústrias nacionais, núcleo do atual parque fabril brasileiro. Privatizada em 1993, a Companhia vem, desde então, modernizando-se e diversificando sua atuação.