"Os conteúdos perigosos devem ser identificados e restringidos com mais eficiência e os dados passam a ter mais proteção. Crianças e adolescentes não são conteúdo", ressaltou Larissa Garcez, subsecretária municipal de Assistência Social, lembrando que essa é uma legislação que vem para aprimorar o Estatuto da Criança e do Adolescente, mas ela não substitui as ações de prevenção que devem ser diárias com as famílias.