Segundo o Ministério Público Eleitoral, o PSD teria fraudado a cota de gênero ao lançar uma candidata fictícia apenas para cumprir o percentual mínimo de mulheres exigido por lei. A investigação aponta que a mulher não teria participado da convenção partidária e que, no horário do evento, estaria trabalhando. O MPE também apura possível desvio de cerca de R$ 20 mil do fundo partidário, que teriam sido destinados à candidata, mas usados na confecção de material de campanha de outros candidatos do partido. A mulher teria feito campanha mínima e obteve apenas quatro votos.