Depois de exonerar mais de 206 funcionários da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), em edição extraordinária do Diário Oficial publicada na noite de terça-feira (6), o presidente em exercício, Guilherme Delaroli (PL) foi procurado, mas preferiu evitar falar sobre o caso. A suspeita inicial é de que os servidores exonerados estariam recebendo sem cumprir o expediente. Em nota oficial, a presidência da Alerj declarou que não comentará exonerações específicas publicadas em edição extra do Diário Oficial e ainda "esclarece que as exonerações seguem o curso natural da transição na presidência, tendo como objetivo aprimorar a gestão e, consequentemente, os serviços prestados à população do Estado do Rio de Janeiro".