Juiz de Fora contratou um psicólogo e um assistente social para atender alunos da rede pública de ensino. A medida, prevista em lei federal, foi adotada após atuação do Ministério Público estadual (MPMG).
O órgão abriu um inquérito para investigar a falta desses profissionais no município.
As secretarias de Educação e de Recursos Humanos firmaram acordo para cumprir a legislação. De acordo com o MPMG, a lei exige que redes públicas de ensino básico ofereçam esses serviços, mas não define quantos profissionais devem ser alocados.
O caso foi encerrado após a confirmação das contratações.