A Prefeitura de Guarulhos acompanhou a entrega da segunda etapa do Complexo Guarulhos, um projeto estruturante da EDP, a distribuidora de energia da cidade.
Esta etapa abrange uma nova subestação de energia e 23 torres de subtransmissão, equipamentos que vão beneficiar cerca de 78 mil moradores, incluindo residências, comércios e indústrias dos bairros Jardim Fortaleza, Jardim São João, Cidade Soberana, Jardim Ponte Alta I, Mato das Cobras e Água Azul. R$ 65 milhões foram investidos nesta etapa. O objetivo da companhia é transformar o sistema elétrico da cidade.
O diretor-presidente da EDP, Dyogenes Rosi, o diretor da EDP em São Paulo, Marcos Campos, o secretário de Infraestrutura Urbana de Guarulhos, Roberto Kimura, autoridades municipais e representantes da concessionária estavam presentes na inauguração desta segunda fase.
Localizada no bairro Fortaleza, a nova estação adiciona 40 MVA de potência no sistema de distribuição de energia de Guarulhos. A Subestação é digitalizada, permitindo supervisão, comando e controle remoto a partir do Centro de Operações Integrado (COI) da EDP, o que fortalece toda a infraestrutura energética da cidade. Esta etapa ainda abrange uma faixa de servidão de aproximadamente 5 km de extensão.
Construção em etapas
A primeira etapa do Complexo Guarulhos foi concluída em março de 2023, contando com uma linha subterrânea de 3 quilômetros de extensão e com dois setores de alta tensão nas subestações Iporanga e Gopoúva, na Vila Galvão.
O Complexo Guarulhos teve sua primeira etapa concluída em março de 2023, com uma linha subterrânea de 3 km de extensão e dois setores de alta tensão nas subestações Iporanga e Gopoúva, na Vila Galvão. O plano da EDP prevê o reforço da infraestrutura energética do município, com investimento de R$ 346 milhões e impacto direto em cerca de 245 mil unidades consumidoras, o que representa metade da cidade.
O conjunto de obras inclui a construção de duas subestações e 23 km de linhas de distribuição, com redes aéreas e subterrâneas. A iniciativa deve atender residências, comércios e indústrias na região norte e áreas próximas, da Vila Galvão até o Água Azul, além de ampliar a flexibilidade do sistema elétrico, permitindo mais manobras automatizadas.
Os empreendimentos seguem diretrizes de sustentabilidade da EDP, com uso de tecnologias e materiais que reduzem impactos ambientais. Entre as medidas estão a utilização de óleo vegetal nos transformadores, por ser biodegradável e de fonte renovável, além de sistemas de reaproveitamento de água da chuva, geração de energia solar para consumo próprio e equipamentos que eliminam o uso de óleo isolante, evitando riscos de contaminação do solo.
A iniciativa também prioriza o uso de materiais reciclados e recicláveis, reduz a geração de resíduos na construção, diminui o consumo de recursos naturais e facilita a logística das obras.