Por: Da Redação

Diadema orienta combate a caramujo

Coleta e manuseio são essenciais para evitar proliferação | Foto: Divulgação

A Unidade de Vigilância de Zoonoses de Diadema orienta moradores sobre medidas para evitar a proliferação do caramujo africano (Achatina fulica), espécie invasora amplamente distribuída no país. Segundo o órgão, o molusco pode provocar desequilíbrio ambiental e, quando contaminado por parasitas, representar risco à saúde pública.

A UVZ esclarece que o caramujo africano difere do nativo, que não oferece risco. O invasor possui concha mais escura, borda afiada e extremidade traseira pontuda. Já o nativo apresenta concha clara e formato arredondado.

Entre as recomendações estão não consumir o animal; higienizar verduras, frutas e legumes; e lavar as mãos após contato com terra ou objetos possivelmente contaminados. Para eliminação, a orientação é utilizar luvas ou sacos plásticos, recolher caramujos e ovos em recipiente resistente, quebrar conchas e ovos e enterrá-los após cobri-los com cal virgem.

A UVZ também orienta descartar conchas de forma adequada, manter quintais limpos, retirar entulho e recolher alimentos e lixo em locais fechados. O uso de sal não é indicado, pois prejudica o solo e outros animais. Dúvidas podem ser esclarecidas pelos telefones 4059-5892 e 4055-5812 ou pelo e-mail [email protected].