O Ministério Público de São Paulo, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, deflagrou a Operação Custos Proditor para investigar sobre a atuação de um policial penal suspeito de facilitar a entrada de celulares e drogas em uma unidade prisional do estado. A ação foi realizada em conjunto com FICCO/SP e Corregedoria da Polícia Penal. As investigações tiveram início após a apreensão de celulares no CDP II de Guarulhos, em setembro de 2025. A análise do material apontou a existência de um esquema envolvendo um detento, sua mãe e o agente público, além de ameaças para evitar denúncias. Foram cumpridos três mandados de prisão e três de busca e apreensão.