Por:

Centro emprega cerca de 200 pessoas

Espaço Afroempresarial funciona no Shopping Hortolândia | Foto: Prefeitura de Hortolândia

Neste mês, o Centro Afroempresarial de Hortolândia chega ao seu quarto aniversário consolidado como referência em capacitação e assessoria para afroempreendedores do município. O espaço que funcina no Shopping Hortolândia estima que cerca de 200 profissionais atuam em áreas como estética, moda, alimentação e culinária, além de oferecer cursos de gestão, marketing, finanças, mentorias e ações de networking. Para 2026, os planos incluem ampliar o atendimento, expandir a oferta de cursos e abrir espaços para atividades culturais.

Farmácia amplia

A reestruturação da Farmácia Central de Jaguariúna aumentou o acesso a medicamentos. Em março de 2026, houve alta de 15,9% nas prescrições atendidas e de 15,95% nas unidades dispensadas, em comparação com 2025. O novo espaço, no Centro de Especialidades Médicas, amplia a capacidade do local.

Americana cidadã

Americana recebe, nos dias 22 e 23 de abril, o Cidadania Itinerante, com serviços gratuitos como emissão de RG, CPF, certidões, acesso a vagas de emprego e orientações. A ação ocorre em dois bairros, com atendimentos das 9h às 17h e das 9h às 16h, facilitando o acesso da população a direitos e serviços públicos.

Vinhedo investe R$ 91 milhões

Vinhedo investiu mais de R$ 91 milhões entre 2022 e 2025 em obras de prevenção e áreas essenciais. Só em ações da Defesa Civil foram R$ 73 milhões, com foco na contenção de encostas, drenagem e redução de riscos. Intervenções em bairros da cidade garantiram mais segurança e evitaram a remoção de cerca de 22 famílias, fortalecendo a proteção da população. No período, também foram destinados recursos para áreas como Saúde e Educação

Operação apreende toneladas de cobre

Uma operação da Polícia Civil resultou na prisão de dois homens nessa quarta-feira (8). No local foram apreendidas 40 toneladas de cabos descascados. As investigações apontam furtos em Campinas, Sumaré e Hortolândia, com prejuízo de R$ 3 milhões a uma concessionária de telefonia. Os suspeitos dominavam técnicas para driblar os chips de monitoramento presentes nos postes.