Correio da Manhã
Campinas

Pinga-fogo | Guilherme Campos mantém influência política além de Campinas

Figura central da política campineira, atua muito além da metrópole, em espaços políticos nacionais

Pinga-fogo | Guilherme Campos mantém influência política além de Campinas
O campinense Guilherme Campos, Secretário Nacional de Política Agrícola Crédito: MAPA

Agro I

Guilherme Campos é figura central na política de Campinas, mas a atuação dele hoje transcende os limites geográficos da metrópole e as funções públicas na cidade. Não ocupa mais cargos no Executivo municipal ou cadeiras no Legislativo, mas mantém a representatividade em esferas nacionais.

 

Agro II

Como Secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária, sua força política se manifesta por meio da articulação direta com o setor que sustenta o PIB nacional e que mais cresce no Brasil. E este crescimento é devido, sobretudo, ao desenvolvimento do Plano Safra.

Agro III

O plano consiste em um conjunto de medidas e linhas de crédito destinadas a financiar a produção agrícola nacional, seja de pequenos produtores, seja de grandes exportadores. É por meio deste mecanismo que a União garante juros subsidiados e recursos para que o setor possa se desenvolver.

Agro IV

Este mês, Campos participou de uma agenda crucial ao lado do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, na reunião do Conselho Superior do Agronegócio na Fiesp. O encontro reuniu as principais lideranças do setor produtivo e instituições financeiras para um debate direto sobre o crédito rural e os gargalos do campo.

Agro V

Só para se ter uma ideia, o Plano Safra 2025/2026 atinge o patamar de maior da história ao disponibilizar R$ 516,2 bilhões para a agricultura empresarial. O montante amplia o crédito para custeio, comercialização e investimentos, mesmo diante de um cenário com a taxa Selic fixada em 14,50% ao ano.

Agro VI

O diferencial desta edição está no aumento dos recursos subvencionados pelo Tesouro, o que reduz as taxas de juros para o produtor. O montante passou de R$ 92 bilhões para R$ 113 bilhões, um crescimento de mais de 20%, superando a inflação e garantindo as melhores condições de financiamento do mercado.