O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), iniciou na semana passada uma operação para o recebimento de flores importadas para o Dia das Mães. A previsão é que as remessas continuem chegando ao Terminal de Carga (TECA) até a próxima quarta-feira (06/05), visando suprir o aumento da demanda para uma das datas mais importantes do comércio brasileiro.
Ao todo, o aeroporto deve movimentar cerca de 26,5 toneladas de flores, distribuídos em 1.008 volumes. A carga é composta por diversas espécies que chegam ao país para abastecer floriculturas e redes de distribuição em diferentes regiões do país.
Para garantir a preservação das flores, todo o material é armazenado nas câmaras frias do Terminal de Carga logo após o desembarque das aeronaves. O TECA de Viracopos possui infraestrutura dedicada com controle rigoroso de temperatura, o que é fundamental para a manutenção da qualidade de produtos perecíveis durante o período de trâmite aeroportuário.
Após o processamento e a liberação aduaneira, os volumes seguem para o transporte rodoviário em veículos climatizados.
Viracopos inicia reuniões do comitê de gerenciamento do risco de fauna com prefeituras
O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), deu início, nos dias 02 e 03 de março, às primeiras reuniões de 2026 do Comitê de Gerenciamento do Risco de Fauna (CGRF), reunindo representantes das Prefeituras de Campinas e Indaiatuba e que, de forma excepcional, também contou com a participação remota da SAC (Secretaria Nacional de Aviação Civil), do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor).
As reuniões tiveram como principal objetivo fortalecer a cooperação entre o aeroporto e os entes públicos municipais, destacando a importância de uma atuação conjunta e coordenada.
A ASA (Área de Segurança Aeroportuária) de Viracopos compreende um raio de até 20 quilômetros do entorno do aeródromo, abrangendo 11 municípios, são eles: Campinas, Elias Fausto, Hortolândia, Indaiatuba, Itupeva, Jundiaí, Louveira, Monte Mor, Sumaré, Valinhos e Vinhedo, o que evidencia a complexidade e a necessidade de articulação regional para o controle efetivo de fatores que possam atrair fauna nas áreas de influência das operações aéreas.
Nesse contexto, ganha destaque o papel da legislação que rege o tema, especialmente a Lei Federal nº 12.725/2012, que dispõe sobre o controle da fauna nas imediações de aeródromos, e o Regulamento Brasileiro da Aviação Civil (RBAC 153), em especial o item 153.507(b)(2), que estabelece diretrizes para a gestão do risco de fauna.
O cumprimento dessas normativas exige o envolvimento direto não apenas da administração aeroportuária, mas também dos municípios, uma vez que diversas atividades no entorno como manejo inadequado de resíduos, ocupações irregulares e uso do solo, podem contribuir para a presença de animais nas áreas de interesse das operações aeroportuárias.
A participação da SAC/MPor nas reuniões reforça o compromisso institucional com a consolidação de políticas públicas voltadas à segurança operacional na aviação civil. Durante os encontros, foi apresentado o Projeto SAC Risco de Fauna, conduzido pela Secretaria Nacional de Aviação Civil, em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (USFC/Labtrans).
O Projeto SAC Risco de Fauna tem como um de seus objetivos o desenvolvimento de um Guia de Diretrizes nacional para o Gerenciamento do Risco de Fauna na ASA dos aeroportos, com vistas à padronização e ao aprimoramento das práticas adotadas nos aeródromos brasileiros.
No âmbito local, as atividades foram conduzidas pela Gerência de Segurança Operacional, Coordenação de Meio Ambiente e equipe de manejo de fauna de Viracopos, que contribuíram com os dados técnicos, experiências operacionais e acompanharam as visitas de campo realizadas durante a programação.
A atuação conjunta entre aeroporto, municípios e SAC/MPor, reafirma o compromisso com a segurança das operações aéreas.
A expectativa é que, com a conclusão do Projeto SAC Risco de Fauna prevista para o 1º semestre de 2026, o Guia de Diretrizes se consolide como referência nacional, promovendo maior eficiência na mitigação de riscos e elevando o padrão de segurança operacional na aviação civil brasileira.
Sobre o TECA
O Terminal de Carga (TECA) de Viracopos é um dos mais importantes e movimentados da América Latina e é o maior em importação de cargas do país. Além de contar com uma ampla e moderna estrutura para movimentação, armazenamento e liberação de cargas, o aeroporto é responsável por movimentar cerca de 1/3 de toda a carga aérea que chega ao Brasil.
Viracopos inicia reuniões do comitê de gerenciamento do risco de fauna com prefeituras
O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), deu início em março, às primeiras reuniões de 2026 do Comitê de Gerenciamento do Risco de Fauna (CGRF), reunindo representantes das Prefeituras de Campinas e Indaiatuba e que, de forma excepcional, também contou com a participação remota da SAC (Secretaria Nacional de Aviação Civil), do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor).
As reuniões tiveram como principal objetivo fortalecer a cooperação entre o aeroporto e os entes públicos municipais, destacando a importância de uma atuação conjunta e coordenada.
A ASA (Área de Segurança Aeroportuária) de Viracopos compreende um raio de até 20 quilômetros do entorno do aeródromo, abrangendo 11 municípios, são eles: Campinas, Elias Fausto, Hortolândia, Indaiatuba, Itupeva, Jundiaí, Louveira, Monte Mor, Sumaré, Valinhos e Vinhedo, o que evidencia a complexidade e a necessidade de articulação regional para o controle efetivo de fatores que possam atrair fauna nas áreas de influência das operações aéreas.
Nesse contexto, ganha destaque o papel da legislação que rege o tema, especialmente a Lei Federal nº 12.725/2012, que dispõe sobre o controle da fauna nas imediações de aeródromos, e o Regulamento Brasileiro da Aviação Civil (RBAC 153), em especial o item 153.507(b)(2), que estabelece diretrizes para a gestão do risco de fauna.
O cumprimento dessas normativas exige o envolvimento direto não apenas da administração aeroportuária, mas também dos municípios, uma vez que diversas atividades no entorno como manejo inadequado de resíduos, ocupações irregulares e uso do solo, podem contribuir para a presença de animais nas áreas de interesse das operações aeroportuárias.
A participação da SAC/MPor nas reuniões reforça o compromisso institucional com a consolidação de políticas públicas voltadas à segurança operacional na aviação civil. Durante os encontros, foi apresentado o Projeto SAC Risco de Fauna, conduzido pela Secretaria Nacional de Aviação Civil, em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (USFC/Labtrans).
O Projeto SAC Risco de Fauna tem como um de seus objetivos o desenvolvimento de um Guia de Diretrizes nacional para o Gerenciamento do Risco de Fauna na ASA dos aeroportos, com vistas à padronização e ao aprimoramento das práticas adotadas nos aeródromos brasileiros.
No âmbito local, as atividades foram conduzidas pela Gerência de Segurança Operacional, Coordenação de Meio Ambiente e equipe de manejo de fauna de Viracopos, que contribuíram com os dados técnicos, experiências operacionais e acompanharam as visitas de campo realizadas durante a programação.
A atuação conjunta entre aeroporto, municípios e SAC/MPor, reafirma o compromisso com a segurança das operações aéreas.
A expectativa é que, com a conclusão do Projeto SAC Risco de Fauna prevista para o 1º semestre de 2026, o Guia de Diretrizes se consolide como referência nacional, promovendo maior eficiência na mitigação de riscos e elevando o padrão de segurança operacional na aviação civil brasileira.