Por: Redação

Pinga-fogo | Prefeito e vice de Campinas (SP) faltam a tributo a pracinhas, que morreram em combate por democracia

Homenagem aos pracinhas no Paço Municipal | Foto: Firmino Piton/ Prefeitura de Campinas

Vexatório I

A ausência do prefeito Dário (Republicanos-SP) e do vice-prefeito Wandão (PSB-SP) na homenagem da Prefeitura aos pracinhas campineiros é um desrespeito à memória histórica mundial. O evento celebrou a vitória aliada na Segunda Guerra Mundial e o sacrifício de homens que lutaram contra o nazi-fascismo

Vexatório II

Prefeito Dário em Baile da Pessoa Idosa | Foto: Carlos Bassan/ Prefeitura de Campinas

Ignorar o tributo demonstra a inversão de prioridades institucionais que fere o cargo executivo diante de heróis, que arriscaram a vida pela liberdade global e são celebrados, inclusive, em solo europeu. Mas, o sr. prefeito opta por comparecer, por exemplo, a eventos como o Baile da Pessoa Idosa, no Bonfim

Vexatório III

Embora o lazer para a terceira idade tenha seu valor social, a relevância histórica é nula comparada ao legado deixado pelos soldados que combateram o autoritarismo mundial. Estamos falando de 328 homens oriundos de Campinas, que integraram a FEB, sendo que quatro deram a própria vida em combate

Vexatório IV

A homenagemm à vitória aliada contou com a presença de autoridades e da secretária de Cultura, Alexandra Capriolli, que inclusive se vestiu de verde, reverenciando um capítulo decisivo da História. Mas, o vazio deixado pelo chefe do Executivo foi vexatório. Ao delegar a função, falhou em reconhecer o esforço bélico que garantiu a democracia

Vexatório V

Democracia, inclusive, que o possibiliou ser eleito. É ultrajante que a administração municipal prefira a exposição em festividades populares à seriedade de um evento que honra o sangue e suor campineiro derramado em campos estrangeiros por causas universais

Vexatório VI

Esperava-se que o prefeito, como representante máximo do povo campineiro, liderasse o reconhecimento aos pracinhas. A história mundial e o legado da FEB exigem uma postura de respeito que vai além do envio de notas oficiais e de representantes