Por: Redação

CORREIO DE CAMPINAS | "Briga de facções no Senado", analisa ex-vereador I

Gaspar se posicionou sobre decisão do Senado | Foto: Câmara Municipal de Campinas

A rejeição do Senado à indicação de Jorge Messias a ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) ganhou repercussão nas redes sociais, sobretudo de favoráveis e contrários à decisão. Mas, entre as excessões que optaram pela terceira via, indicando que a primeira e a segunda são o sujo falando do rasgado e o roto do mal-lavado, encontra-se o analista político de Campinas, Paulo Gaspar, ex-vereador (2021-2024) da cidade, então pelo partido Novo. "Enquanto você acredita que foi uma vitória da Direita sobre a Esquerda eles estão todos juntos e misturados e cada um defendendo apenas seus interesses políticos. No fundo a única verdade é que se trata de briga entre facções dentro do Congresso".

"Briga de facções no Senado" II

Segundo Gaspar, a disputa foi "fruto da articulação de Alcolumbre, que não havia conseguido colocar Augusto Aras no STF e, agora, batalhava para emplacar o amigo Rodrigo Pacheco", mas que foi derrotado pelo governo, "que optou por indicar Messias". O ex-vereador lembra ainda que "Alcolumbre reclamou que não havia sido consultado sobre a decisão de Lula", que "Vieira e Mendonça eram a favor da indicação de Messias, e Moraes, contra".

Conflito de interesses I

Funcionário da Prefeitura defende corte das árvores | Foto: Moara Semeghini

O corte de árvores na Praça do Coco, no distrito de Barão Geraldo, transcendeu a zeladoria urbana e se tornou um embate entre o rigor técnico e a conveniência política. De um lado, laudos emitidos por pesquisadores da Unicamp, cujas conclusões fundamentam-se em critérios científicos, metodologias de análise biológica e estudos de impacto ambiental - gozando de imparcialidade, baseada em evidências fáticas e não em impressões subjetivas ou de interesses de gabinete.

Conflito de interesses II

Mas, por outro lado, há a defesa dos cortes das árvores feita por Vagner dos Santos Belini, que carece de qualquer autoridade moral e de isenção para fazê-lo, já ele que é diretor da Mata Santa Genebra e funcionário direto da administração de Dário. Soma-se a isso, o fato dele não ser servidor de carreira, mas, sim, de ocupar um cargo justamente por ter indicação política.