Por: Redação

Pinga-fogo | Corte de árvores na Praça do Coco gerou revolta

Fernanda Souto (PSol-SP) protocolou requerimento na Prefeitura | Foto: Álvaro Jr./ Câmara Municipal de Campinas

Prevenção I

O corte de árvores na Praça do Coco gerou revolta imediata entre os moradores de Barão Geraldo que se reuniram em ato público para manifestar o descontentamento com a supressão da vegetação local, demonstrando a importância do patrimônio ambiental para a comunidade campineira.

Prevenção II

A indignação ultrapassou as ruas do distrito, ganhou as redes sociais e chegou ao plenário da Câmara. A vereadora Fernanda Souto (PSol-SP) protocolou um requerimento na Prefeitura para que o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulela, dê explicações à população sobre o ocorrido.

Prevenção III

O documento exige que Paulela apresente os laudos técnicos e explique por que não foram tomadas alternativas de manejo menos invasivas. Busca transparência sobre o cronograma de compensação ambiental e quer entender se as diretrizes de arborização urbana foram seguidas rigorosamente.

Prevenção IV

A continuidade do monitoramento pela Câmara e a vigilância constante dos coletivos locais são essenciais para que o episódio da Praça do Coco resulte em políticas públicas mais sustentáveis e que previnam o adoecimento das árvores, ao invés de simplesmente tombá-las com motosserras.

Prevenção V

O episódio serve como alerta para necessidade de modelos de zeladoria urbana que priorizem a manutenção preventiva e o respeito aos ecossistemas consolidados dentro do perímetro urbano. Afinal, quais medidas de prevenção têm sido tomadas pela secretaria para que as árvores não precisassem ser derrubadas?

Prevenção IV

A pressão social exercida pelos moradores e pelo mandato legislativo coloca o debate sobre o meio ambiente no centro da agenda política da cidade, reforçando o papel da participação direta na gestão do espaço público. Além disso, a comunidade espera que as respostas do Executivo sejam acompanhadas por ações concretas de reparação.