"Antes, éramos invisíveis". Assim a mãe de santo Rosineide Picanço classificou o apoio que foi dado pelo governo do Amapá ao Festival de Iemanjá, Tributo à Grande Mãe, deste ano. O evento fez parte da programação de 268 anos do aniversário de Macapá, e foi marcado por fé, emoção e reconhecimento às comunidades de terreiro que mantêm vivas as tradições afro-religiosas no estado. A celebração se consolidou como um espaço de visibilidade e respeito, refletindo o compromisso do poder público com a diversidade religiosa e cultural. Mãe de santo da Casa Cabocla Iracema, no bairro Coração, Rosineide Picanço destacou o significado pessoal e coletivo do evento. "Iemanjá rege minha vida e minha existência".