O governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado da Assistência Social, Inclusão e Cidadania (Seasic), divulgou o resultado preliminar do Edital de Eleição nº 02/2026, que visa à escolha de representantes da sociedade civil para compor o Conselho Estadual de Habitação de Interesse Social (Cehis).
A lista contempla as entidades habilitadas e inabilitadas após análise da comissão eleitoral, conforme critérios estabelecidos no edital .
Ao todo, duas instituições foram consideradas habilitadas: a Associação dos Dirigentes de Empresas da Indústria Imobiliária de Sergipe (Ademi-SE) e a Sociedade de Apoio Sócio Ambientalista e Cultural (Sasac). Outras nove entidades foram inabilitadas por não atenderem integralmente às exigências documentais previstas no processo seletivo.
A secretária de Estado da Assistência Social, Inclusão e Cidadania, Érica Mitidieri, destacou a importância do processo para o fortalecimento da política habitacional no estado. "A formação do Cehis com a participação da sociedade civil é fundamental para garantir a construção de políticas públicas mais justas, democráticas e alinhadas às necessidades da população", afirmou.
Prazo para recursos
As entidades que desejarem contestar o resultado preliminar podem interpor recurso até esta quarta-feira, 16 de abril. Os pedidos devem ser encaminhados para o e-mail [email protected], acompanhados da documentação necessária e justificativa detalhada.
O resultado final também será publicado no Diário Oficial do Estado e no site oficial da Seasic, assegurando transparência e amplo acesso às informações do processo.
Participação social
O Conselho Estadual de Habitação de Interesse Social (Cehis) é um espaço de participação e controle social que reúne representantes do poder público e da sociedade civil, com o objetivo de contribuir para a formulação, acompanhamento e avaliação das políticas habitacionais em Sergipe.A eleição das entidades reforça o compromisso do Governo do Estado com a gestão participativa e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à garantia do direito à moradia digna, ampliando o diálogo com a sociedade civil e incentivando a transparência na definição das ações e prioridades do setor habitacional, além de promover maior integração entre os diferentes segmentos envolvidos e estimular o desenvolvimento de soluções coletivas e sustentáveis.