A tradição, a música e o sentimento de pertencimento voltam a ganhar protagonismo em Sergipe com a chegada do Ciclo Junino 2026. Com uma programação extensa, divulgada nessa quarta-feira, 1º, pelo Governo de Sergipe, os festejos reafirmam o território sergipano como um dos principais destinos nordestinos no período, ao mesmo tempo em que fortalecem a economia e promovem a cultura local.
Espalhado por diversos pontos, com destaque para a Orla da Atalaia, que recebe o maior arraiá a beira-mar do país, com o Arraiá do Povo e a Vila do Forró, o ciclo contará com 60 dias de programação contínua, reunindo artistas sergipanos, atrações nacionais, quadrilhas juninas e manifestações culturais tradicionais.
A iniciativa amplia a visibilidade das raízes culturais do estado e garante espaço significativo para talentos locais, reforçando um trabalho construído ao longo dos últimos anos.
O secretário de Estado da Comunicação, Cleon Nascimento, destaca que o momento é resultado do planejamento e consolidação de um trabalho que vem sendo aprimorado a cada ano. "É mais um grande dia para Sergipe. O trade turístico, toda a parte da economia, de geração de emprego e renda, todo mundo estava aguardando muito por essa programação.
A gestão conseguiu, nos últimos três anos, consolidar Sergipe como um destino fim, assim, já estamos entre os três maiores polos juninos do país", afirma ao ressaltar o caráter identitário da festa. "Quando falamos que Sergipe é o 'país do forró', não é um slogan, é demonstrar o que é de Sergipe e devolver ao sergipano o que é dele, com uma programação pensada para valorizar nossa cultura", completou.
Motor econômico
Além do aspecto cultural, o Ciclo Junino se consolida como um dos principais motores econômicos do estado neste período.
A movimentação gerada pelos eventos impacta diretamente setores como hotelaria, gastronomia, transporte e comércio, criando oportunidades de emprego e renda para milhares de sergipanos.