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Piauí atrai negócios com incentivos fiscais

Até novembro de 2025, o governo do Piauí já beneficiou 22 empresas, aprovou R$ 3,9 bilhões em investimentos previstos e contabilizou a estimativa de 23.689 empregos, sendo 4.144 diretos e 19.545 indiretos, por meio da política de incentivos fiscais conduzida pela Secretaria da Fazenda (Sefaz-PI).

Mesmo considerando apenas os dados de 2025 até o mês de novembro, o volume de novos empreendimentos, empregos e aportes financeiros evidencia a força dessa política pública na expansão econômica do Estado.

PIB aumentou

O avanço dos investimentos tem contribuído para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Piauí, que aumentou 3,3% em 2024 e deve crescer mais 2,7% em 2025, segundo projeções da LCA Consultoria Econômica.

O desempenho supera o de estados vizinhos como Maranhão (2,5%), Ceará (2%) e Pernambuco (1,2%), reforçando o papel estratégico dos incentivos na dinamização da economia, geração de renda e expansão da atividade industrial.

"Para o governo do estado, a política de incentivos fiscais permanece como uma ferramenta estratégica para atrair investimentos, diversificar a atividade econômica e ampliar a competitividade do Piauí. Mesmo com dados parciais referentes apenas a 2025 até novembro, os resultados já apontam para um ciclo consistente de crescimento, industrialização e geração de empregos", disse o secretário da Fazenda, Emílio Júnior.

Concedidos pelo Conselho de Desenvolvimento Industrial do Piauí (Codin), órgão sediado na Sefaz e presidido pelo secretário Emílio Júnior, os incentivos fiscais têm estimulado a abertura de novas indústrias, a ampliação de empreendimentos existentes e a interiorização do desenvolvimento econômico.

As empresas contempladas se distribuem entre José de Freitas, Cristino Castro, Teresina, Valença, Uruçuí, Oeiras, Geminiano, Floriano e São José do Divino, ampliando o alcance das políticas públicas e levando crescimento para diferentes regiões do estado.

Os segmentos beneficiados são diversificados e demonstram o fortalecimento da base produtiva piauiense.

Entre eles estão energia solar; fabricação de aguardente de cana-de-açúcar; produção de artefatos de material plástico, bebedouros e climatizadores; água mineral; fabricação de placas e letreiros; metalurgia; frigorífico; produção de aditivo químico automobilístico; fabricação de sacos para lixo e tanques metálicos; produção de biodiesel a partir de soja, glicerina e borra de óleo.

Ascom Sefaz