A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), com dados do Censo Escolar 2024, aponta que Sergipe continua numa linha positiva no enfrentamento ao analfabetismo.
A taxa de analfabetismo entre pessoas com 15 anos ou mais de idade não alfabetizadas atingiu 10,8%, considerada o menor nível nos últimos anos. Realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a pesquisa aponta que entre 2016 e 2024, houve uma redução de mais de 3 pontos percentuais na taxa de analfabetismo em Sergipe, passando de 13,9% para os atuais 10,8%.
Em 2023, Sergipe estava na 23ª posição entre os estados com mais pessoas não alfabetizadas na faixa etária de 15 anos ou mais, com um percentual 11,2%. De 2023 para 2024, Sergipe reduziu a taxa de analfabetismo, passando de 11,2% para 10,8%, uma queda de 0,4 ponto percentual, saindo da 23ª posição entre os estados para a 17ª colocação. Isso demonstra que o quantitativo de sergipanos que ainda não são alfabetizados têm caído ao longo dos anos.
O gestor do programa 'Alfabetiza Sergipe', Everton Pereira, explica que quanto mais Sergipe aumenta no ranking, inversamente proporcional diminui o número de pessoas não alfabetizadas. "Estamos ao longo dos anos enfrentando com políticas públicas consolidadas e atingimos o menor nível em 2024, ou seja, 10,8%, saltando da 23ª posição entre os estados com mais pessoas não alfabetizadas na faixa etária de 15 ou mais para a 17ª posição. Se comparado com os estados do Nordeste, somos o quarto melhor estado", afirma.
De acordo com os dados da PNAD Contínua do IBGE, Sergipe registrava, em 2022, uma taxa de analfabetismo de 11,7% entre a população de 15 anos ou mais. Em 2023, a taxa caiu para 11,2%, reduzindo o percentual. Já em 2024, a taxa chegou a 10,8%.
"O Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado da Educação, tem trabalhado para ofertar uma educação de qualidade a fim de que mais sergipanos estejam alfabetizados. A mudança dessa está na democratização do acesso, no fortalecimento da Educação de Jovens e Adultos, tanto para o Ensino Fundamental quanto para o Ensino Médio; nos avanços da Busca Ativa Escolar", destaca o secretário da Educação, Zezinho Sobral.