Para Gustavo Ribeiro de Vasconcelos, a criação do Dia do Profissional da Música amplia a visibilidade de trabalhadores que muitas vezes permanecem fora dos holofotes das atividades artísticas. Segundo ele, a produção musical depende da atuação conjunta de profissionais de diferentes áreas.
Entre os trabalhadores citados por Gustavo estão músicos, compositores, arranjadores, produtores, técnicos de som, iluminadores, roadies, professores, jornalistas, fotógrafos, videomakers, pesquisadores, gestores culturais, especialistas em direitos autorais, distribuidores e outros profissionais envolvidos na criação, circulação e preservação da produção musical.
A criação da data ocorre em um contexto de ampliação do debate sobre a economia cultural e sobre o papel das atividades criativas na geração de emprego e renda. O setor musical reúne profissionais que atuam em áreas artísticas, técnicas, administrativas, educacionais e empresariais, movimentando atividades ligadas à produção de eventos, gravação, difusão de conteúdo, formação profissional e preservação da memória cultural.
Com a entrada em vigor da Lei nº 7.905, o Distrito Federal passa a ter um instrumento oficial para promover ações relacionadas ao reconhecimento dos profissionais da música. A expectativa dos articuladores da proposta é que a data contribua para fortalecer políticas públicas voltadas ao segmento e ampliar o debate sobre as condições de trabalho e a importância econômica e cultural da atividade musical.
A inclusão do Dia do Profissional da Música no calendário oficial também permitirá a realização de eventos periódicos voltados à valorização do setor, reunindo profissionais, instituições públicas, entidades culturais e representantes da sociedade civil em atividades relacionadas à produção musical no Distrito Federal.
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