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Destaques femininos na viola caipira

Dayane Reis iniciou contato com a viola aos 14 anos, influenciada pelas Folias de Reis em Urucuia.

Ao longo da carreira, atuou em diferentes estados, como Goiás, Minas Gerais, Distrito Federal e Tocantins. A artista é violeira, cantora e compositora, com três CDs lançados. Também desenvolve atividades de curadoria em eventos voltados ao sertanejo de raiz. Com 16 anos de atuação profissional, Dayane Reis participa de circuitos culturais e festivais, mantendo repertório ligado à tradição da viola caipira.

Sua atuação inclui apresentações em espaços públicos e eventos culturais, com foco na difusão do gênero.

Já Analy Asevedo iniciou os estudos musicais aos 5 anos em escola especializada, onde teve orientação de professores de viola caipira. Atualmente com 16 anos, participa de apresentações públicas e programas de televisão.

A artista possui composições próprias e mantém atividades de formação musical. De acordo com a organização, a presença de Analy Asevedo integra a proposta de incentivar novos talentos e ampliar o alcance do projeto entre diferentes faixas etárias. A programação prevê espaço para interação entre artistas e público durante todo o evento.

O Café Som Viola foi idealizado pelo produtor cultural Volmi Batista, presidente emérito do Clube do Violeiro Caipira.

A criação do projeto partiu da proposta de fortalecer vínculos entre comunidades do chamado Núcleo Pioneiro, que abrange Candangolândia, Núcleo Bandeirante e Park Way, no Distrito Federal.

O formato adotado pelo projeto é o de encontros com café da manhã colaborativo, em que participantes podem contribuir com alimentos, produtos artesanais e apresentações culturais. A escolha do Museu Vivo da Memória Candanga como sede fixa está relacionada ao papel do espaço na preservação da história local.