DALTON, principal agente da dalton.lab, atua da qualificação do lead à conversão final e integra inteligência artificial ao dia a dia das equipes comerciais
A dalton.lab prepara o lançamento do DALTON, um agente de inteligência artificial criado para assumir todas as etapas da venda, da qualificação do lead à conversão final. O movimento consolida a estratégia da startup brasileira de desenvolver organizações agênticas, nas quais agentes de IA atuam lado a lado com equipes humanas para ampliar eficiência, escala e faturamento.
Com clientes em praticamente todos os continentes, a empresa identificou um padrão entre empresas que vendem para outras empresas e para o consumidor final: as principais dificuldades estão concentradas nas áreas de vendas, marketing e crescimento. “Muita gente fala sobre inteligência artificial, mas pouca gente consegue aplicar isso de forma concreta dentro da empresa. O DALTON surge para resolver esse vazio”, afirma Rodrigo Ramos, CEO da dalton.lab.
O agente foi desenvolvido para atuar em duas frentes. Na primeira, funciona como qualificador de leads, acompanhando o contato inicial, entendendo contexto e necessidades e entregando ao time comercial leads mais maduros ou reuniões já estruturadas. Na segunda, o DALTON assume também a conversão, conduzindo a negociação até o fechamento.
“A gente pensou o DALTON como um funcionário digital, com duas habilidades claras: qualificar e vender”, explica Ramos. “A empresa pode usar o agente só até metade do caminho ou permitir que ele faça tudo, do primeiro contato ao fechamento.”
Na prática, o agente realiza a abordagem comercial, levanta informações, conecta o problema à solução e conclui a venda. Em operações com produtos, executa o checkout completo, incluindo pagamento e dados de entrega. Em serviços, reúne as informações necessárias e prepara contratos, que podem ser enviados ao jurídico ou diretamente ao cliente.
Segundo a startup, o impacto não se limita à redução de custos. “O DALTON trabalha 24 horas por dia, segue padrões definidos e não desvia do script. Isso reduz falhas e aumenta a taxa de conversão”, diz o CEO.
A adoção do agente é gradual e acompanha a maturidade de cada negócio. Empresas menos estruturadas podem começar pela etapa de qualificação e avançar conforme ganham confiança. “Nem todo negócio está pronto para entregar toda a operação comercial a um agente de IA. Por isso, a transição precisa ser progressiva”, afirma Ramos.
O lançamento do DALTON marca o início de uma nova fase da dalton.lab. Até a metade do ano, a empresa pretende lançar agentes voltados à produção de conteúdo, criação de anúncios e mídia paga e retenção de clientes, formando um ecossistema integrado para vendas e marketing.
Além disso, a startup aposta em um braço consultivo. A chamada consultoria agêntica ajuda empresas a identificar onde a inteligência artificial faz sentido e como implementá-la sem rupturas. “Nosso papel é ajudar as empresas a se reorganizarem para esse novo cenário”, diz Ramos.
Para o executivo, a inteligência artificial não elimina empregos, mas redefine funções. “A IA não substitui pessoas, ela promove pessoas. Enquanto o agente executa, o humano ganha tempo para pensar estratégia e tomar decisões”, afirma.
Com o DALTON, a dalton.lab aposta em um futuro no qual a inteligência artificial deixa de ser promessa e passa a ocupar um papel central no crescimento das empresas.