Os arranjos domiciliares do Distrito Federal passaram por mudanças significativas entre 2012 e 2025, com destaque para o avanço dos lares unipessoais, segundo dados divulgados pelo IBGE.
O percentual de domicílios com apenas um morador cresceu de 13,9% para 19,9%, impulsionado principalmente por adultos de 30 a 59 anos, que representam 52,9% desse grupo.
A presença de idosos vivendo sozinhos também aumentou e chegou a 32,2%, um avanço de 9,9 pontos percentuais no período. As diferenças entre homens e mulheres são marcantes: entre os homens que moram sozinhos, 62,6% têm entre 30 e 59 anos, enquanto entre as mulheres a maioria está na faixa de 60 anos ou mais, alcançando 49,5%.
Os arranjos nucleares, que incluem casais com ou sem filhos e famílias monoparentais, recuaram de 67,1% para 64,8%. As unidades estendidas também diminuíram, passando de 16,2% para 13,6%.
As mudanças revelam maior autonomia individual, envelhecimento e novas formas de organização familiar no DF.