O estudo também evidencia como o tipo de vínculo empregatício influencia diretamente o padrão de vida:
• Setor público (incluindo militares): R$ 10.483,53
• Setor privado: R$ 3.003,32
• Empregadores: R$ 10.523,66
• Empregados domésticos: R$ 1.615,73
A predominância do setor público como motor da renda no DF confirma uma característica estrutural da capital: a dependência da máquina estatal para sustentar o nível de consumo e de desenvolvimento econômico.
O Distrito Federal apresenta uma das maiores rendas médias do país, mas também uma das maiores desigualdades internas. Essa contradição é explicada por fatores como:
• Concentração de empregos públicos e altos salários em áreas centrais e nobres.
• Expansão urbana desordenada, que empurrou populações de baixa renda para regiões periféricas com menor infraestrutura.
• Diferenças no acesso à educação e qualificação profissional, que limitam a mobilidade social em áreas mais pobres.