O trabalho de campo contou ainda com o apoio de drones, utilizados no mapeamento de áreas consideradas prioritárias. A tecnologia permitiu a varredura de 22 regiões administrativas, com mais de 2,1 mil hectares analisados e a identificação de milhares de possíveis focos. Outra frente adotada foi o uso dos mosquitos com a bactéria Wolbachia, estratégia que contribui para reduzir a transmissão das arboviroses ao longo do tempo.
Até o final de 2025, o Brasil registrou 1.660.190 casos prováveis de dengue e 1.762 mortes confirmadas pela doença.
Estes números, do Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde, representam uma queda de 75% nos casos prováveis e de 72% nas mortes em comparação com o ano de 2024, que teve a pior crise de dengue já registrada no país.
Estados com maior número de casos: São Paulo (900.677 casos), Minas Gerais (167.400), Paraná (110.896) e Goiás (101.795).
A taxa de incidência nacional foi de 781 casos por 100.000 habitantes.