Entre 2000 e 2025, de 4.321 pessoas que responderam por violar os direitos de trabalhadoras e trabalhadores, 1.578 foram absolvidas (37%) e apenas 191 (4%) foram condenadas por todos os crimes atribuídos. Ontem, Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, um núcleo da UFMG, divulgou o levantamento.