O Ministério da Saúde publicou orientações para garantir o uso do nome social de pessoas trans, travestis e não binárias no SUS e restringir o acesso a informações clínicas sensíveis, como o sexo atribuído ao nascimento. A pasta afirma que a medida busca reduzir a discriminação e assegurar a segurança do cuidado. As orientações constam em duas notas técnicas, as 242 e 243, elaboradas pelo Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis, e devem ser aplicadas em todos os laboratórios e serviços de saúde.