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China amplia influência nas exportações latino‑americanas

China amplia influência nas exportações latino‑americanas
Movimentação portuária reflete o avanço das exportações Crédito: Vosmar Rosa/MPor

As exportações da América Latina ganharam força no primeiro trimestre de 2026, com destaque para a China, que se consolidou como o mercado de maior crescimento para a região. Segundo relatório do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), as vendas para o país asiático avançaram 25% em relação ao mesmo período do ano passado, superando os aumentos registrados para o restante da Ásia, União Europeia e Estados Unidos. Apesar disso, os americanos seguem como principal destino das exportações latino-americanas, impulsionados sobretudo pelo comércio com México e América Central. No total, as exportações regionais cresceram quase 16% no trimestre.

 

Presença na América do Sul

O avanço das exportações para a China prolonga uma tendência iniciada no fim de 2025. De acordo com o BID, o país asiático respondeu por 40% do aumento das exportações sul-americanas no ano passado. O Brasil também foi beneficiado pelo movimento e registrou crescimento de 1,8% nas vendas externas, impulsionado pela demanda chinesa e pelo comércio com países vizinhos da região.

Luto na historiografia mundial

Luto na historiografia mundial
Carlo Ginzburg é um ícone da historiografia italiana Crédito: Danilo De Marco/Divulgação/

Um dos grandes nomes da historiografia contemporânea nos deixou nesta quarta-feira (17): Carlo Ginzburg. O italiano, autor de "O Queijo e os Vermes", tinha 87 anos. A causa da morte não foi divulgada pela família. Ginzburg foi o pioneiro da chamada micro-história ou mais conhecida como "história vista debaixo", na qual um personagem vira o protagonista de um grande enredo. A história como fora a questão da inquisição na Idade Média, por meio da vida do moleiro Menocchio, que foi condenado à fogueira por heresia.

Obras e carreira de Carlo Ginzburg

O filho de Leone e Natalia Ginzburg também tem como outras obras "Os Andarilhos do Bem" e "História Noturna", cujos temas principais são bruxaria e feitiçaria, e "Medo, Reverência, Terror", sobre o momento político do mundo atual. Ele lecionou em universidades como Harvard, Yale, Princeton e a Universidade da Califórnia, em Los Angeles, e teve seus trabalhos traduzidos para mais de 30 idiomas.

Brasil e Ucrânia

Aproveitando a reunião do G7, na França, a delegação da Ucrânia formalizou um pedido à brasileira de um reunião bilateral entre os presidentes Volodimir Zelenski e Lula. O Brasil não participou da sessão de trabalho do G7 dedicada à Ucrânia, por ter sido dedicada apenas aos membros do grupo.

Sanções à Rússia

O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, afirmou que os líderes do G7 discutiram novas sanções contra a Rússia para levar Moscou à mesa de negociações para encerrar a guerra. O líder ucraniano disse que Moscou enfrentará um inverno muito difícil caso um acordo de paz não seja alcançado antes disso.

Juros nos EUA

O Federal Reserve, o Banco Central dos EUA, manteve a taxa de juros entre 3,5% e 3,75%. A reunião desta quarta-feira (17) foi a primeira presidida por Kevin Warsh. Após a reunião, Warsh disse que o comunicado não ofereceu orientação futura porque ela não é "adequada" ao momento econômico atual.

Acordo de paz I

Apesar do acordo de paz, Trump já mostrou o seu lado vingativo. O presidente dos Estados Unidos disse que se o Irã não seguir à risca o documento, voltará a bombardear o país asiático. "É um memorando de entendimento. E, se eu não gostar, voltaremos a atirar neles, lançando bombas na cabeça deles", disse Trump, no G7.

Acordo de paz II

O Hezbollah reafirmou seu apoio ao acordo e disse que ele representa uma vitória ao Irã. O grupo afirmou ainda que o pacto representa uma "grande vitória" à República Islâmica e que a principal exigência do Líbano deve ser a restauração de sua soberania após a ocupação das tropas israelenses.

Acordo de paz III

Os líderes europeus disseram estar prontos para contribuir para a implementação do acordo, com uma coalizão liderada por Reino Unido e França, preparada para garantir a segurança da navegação no Estreito do Hormuz, assim que for reaberto, e buscar formas de diversificar as rotas de fornecimento de energia .