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Argentinos lotam praça de Maio e criticam Milei

Bolívar, Defensa, Reconquista e San Martín —ruas que prestam homenagem a personalidades, locais e passagens da história argentina e que circundam a Casa Rosada se encheram de manifestantes na tarde de terça (24) em recordação aos 50 anos do golpe militar. A praça de Maio, onde mães de desaparecidos durante a ditadura se reuniam para dar voltas na pirâmide em frente à sede do governo, mais uma vez se tornou palco do Dia da Memória. O ato, conhecido pelos argentinos como 24M, sempre costuma reunir manifestantes de diferentes grupos políticos e sociais, mas em 2026 teve um peso histórico ainda maior: a marca de 50 anos do golpe que começou em 24 de março de 1976 e que novamente foi relativizado pelo governo do presidente Javier Milei na terça.