Hoje, países como os Emirados Árabes Unidos e o Kuwait usam mísseis de US$ 500 mil contra essas ameaças, reservando os caríssimos modelos americanos do sistema Patriot, que podem chegar a US$ 4 milhões, contra os inúmeros mísseis balísticos de curto alcance e baixo custo, em torno de US$ 100 mil, do Irã. Não é só dinheiro, ainda que as petromonarquias nadem nele. Há a quantidade de interceptadores à disposição e, se não há transparência alguma sobre estoques disponíveis tanto para os EUA quanto para seus aliados sob fogo, abundam relatos sobre temor de escassez.