Mais cedo, o chanceler da França, Jean-Noël Barrot, havia criticado duramente os EUA por não terem consultado seus parceiros europeus antes do ataque que decapitou o regime de Teerã e disparou um conflito generalizado no Oriente Médio. Diferentemente de conflitos como a invasão do Afeganistão (2001) e da Guerra do Iraque (2003), no ataque atual os EUA só têm o Estado judeu a seu lado. Até o domingo (1º), o Reino Unido até vetava o uso de suas bases para a ação.