A decisão prevê a imposição de tarifas comerciais aos produtos de qualquer país que forneça ou venda petróleo a Cuba. A ameaça agravou crise energética do país, que dependia, até 2023, de derivados de petróleo para cerca de 80% da energia consumida, segundo a Agência Internacional de Energia. Em 5 de fevereiro, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel denunciou a decisão de Trump como mais uma tentativa para derrotar a Revolução Cubana, que viria a instalar o primeiro governo comunista na América Latina, desafiando a política de Washington para o continente.