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Detenção foi um caso inédito no país

Vivanco exerceu o cargo de 2018 a 2024. Ela nega as acusações de ter recebido pagamentos ilícitos, que, segundo a Promotoria, teriam ocorrido enquanto integrava o tribunal e substituía o então presidente do colegiado, Sergio Muñoz. O caso também envolve o companheiro de Vivanco, Gonzalo Migueles, preso desde outubro do ano passado. Essa prisão aprofundou a crise no Judiciário chileno e é inédita, por envolver alguém dos mais altos cargos da Suprema Corte.