Segundo a mídia local, o homem havia planejado matar o ex-premiê com explosivos antes de decidir fabricar a arma e teria ido a outros locais onde o político participou de atos de campanha, como a cidade de Okayama. Durante as investigações, o assassino afirmou que tinha ressentimentos em relação à Igreja da Unificação, da qual Abe participou de palestras, por ter supostamente pressionado sua mãe a fazer doações no valor de US$ 700 mil.