Os manifestantes alegam que o acordo levará à concorrência desleal. "O objetivo principal é soar o alarme novamente e manter a pressão sobre o acordo do Mercosul", afirmou Justin Lemaitre, secretário-geral de uma seção local do sindicato. "É difícil aceitar uma concorrência tão desleal, com produtos que produzimos na Europa sendo importados do outro lado do mundo", disse ele.