A soma dos rivais listados (34%) supera o percentual atribuído à própria seleção brasileira, reforçando a perda de centralidade do país como grande favorito para os torcedores brasileiros.
O índice registrado pelo Brasil renova o recorde negativo registrado no levantamento anterior, realizado em julho de 2025, e se consolida como o menor percentual desde o início da série, há cerca de três décadas.