"Desenvolvemos o projeto com muito cuidado ao por dois anos e, durante o processo, percebemos que um programa de rádio poderia agregar um valor interessante à audiodescrição, pois é um meio de comunicação muito consumido pela pessoa com deficiência visual", afirma a audiodescritora e diretora da Inclusive Acessibilidade, Georgea Rodrigues.
Por Agência Brasil