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Adriano defendia o investimento

O potiguar esteve nas comemorações dos 30 anos do CPB, ocasião em que foi homenageado por sua contribuição para o esporte paralímpico no Brasil. Nadava pelas classes SB5 e S6, em que competem atletas com paralisia, lesão medular, amputações e nanismo. "Comecei a nadar em 1993, dois anos antes da fundação do CPB, então faço parte desta história. Digo que não é por acaso que o Brasil estar sempre entre os 10 melhores nos Jogos Paralímpicos, pois há um investimento muito importante sendo feito no desenvolvimento do esporte paralímpico", disse Adriano na ocasião.