O Ministério Público Federal (MPF) recomendou que Uber e 99 adotem medidas para ampliar a acessibilidade de pessoas com deficiência e idosos. As plataformas deverão garantir embarque e desembarque seguros, além do transporte de cadeiras de rodas e andadores. Também deverão capacitar motoristas para evitar discriminação e cancelamentos. O MPF deu prazo de 90 dias para que as empresas apresentem estudo sobre a viabilidade de categorias específicas para passageiros com mobilidade reduzida, como o Uber Access, oferecido em outros países. A recomendação é resultado de apurações que identificaram recusas de chamadas e cancelamentos motivados por equipamentos assistivos ou cães-guia. O MPF cobrou melhorias no registro de reclamações. À Senacon, pediu apuração de falhas. O descumprimento pode levar a ações judiciais.
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