Planos de saúde empresariais devem registrar novos reajustes em 2026, pressionados pela alta dos custos médicos. Estimativas apontam aumentos entre 8% e 11%, acima da inflação. Entre os fatores, ganham peso as chamadas "canetas emagrecedoras" e outros medicamentos de alto custo, que elevam as despesas das operadoras. Mesmo sem cobertura obrigatória, esses tratamentos aumentam a procura pelo sistema. O avanço dessas terapias, somado ao uso mais frequente dos planos, tende a impactar empresas e beneficiários nos próximos reajustes. O último aumento da Agência Nacional de Saúde Suplementar(ANS), que regula e fiscaliza o mercado de planos de saúde, foi de 6,06% em 2025. Planos empresariais não têm teto fixo.