Após a aprovação na CDR, o texto segue para a análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). A expectativa é que o debate avance sobre o equilíbrio entre subsídios e eficiência de mercado. Para o turismo, o impacto potencial é direto: mais voos, maior frequência e redução de preços tendem a abrir novos destinos na Amazônia. A aviação regional pode se consolidar como um vetor estratégico de desenvolvimento e integração nacional.