O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou na terça-feira (3) um ciclo de audiências públicas para debater as resoluções que guiarão as eleições de outubro. A grande preocupação, sem dúvida, está no uso de inteligência artificial (IA) para produzir informação falsa, as chamadas fake news. Embora isso já existisse nas eleições de 2022, não atingia o nível de sofisticação que acontecerá agora, e que já impactou eleições em outros países. Há um ponto, porém, que talvez ainda não esteja no radar do TSE. E que é, na avaliação do jornalista, consultor de gestão estratégica e especialista em IA Mário Salimon, o ponto mais grave: a forma como a máquina será capaz de falar pessoalmente com cada eleitor.