No final do ano passado, o Correio Político contava que o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, apostava na possibilidade de algum fato que fizesse o campo conservador pressionar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) a desistir da sua candidatura, produzindo um rearranjo que unificasse a direita em torno da disputa presidencial. Valdemar não morre de amores pela solução Flávio, ungida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Com o sobrenome, ele preferia Michelle. Na terça-feira (13), a pesquisa do Instituto Ideia que mostrava o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como o único nome a empatar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva num eventual segundo turno parecia um ensaio do tal fato. Não foi.