Por: POR MARTHA IMENES

CORREIO ECONÔMICO | 68 anos de Toyota no Brasil: os 10 modelos mais buscados

O carro Ethios ocupa o 6º lugar de mais procurados | Foto: Divulgação

A Toyota completa 68 anos de operações na indústria automotiva do Brasil neste ano. Primeiro mercado a receber uma planta industrial da marca fora do Japão, a empresa consolidou sua marca e produtos ao longo de quase sete décadas, ocupando atualmente uma posição de confiança e prestígio entre os brasileiros.

A Webmotors revela uma lista inédita com os 10 modelos mais procurados da montadora pelos brasileiros. O levantamento exclusivo do Webmotors Autoinsights, ferramenta que fornece dados e informações sobre o mercado automotivo brasileiro, considera as buscas pelos carros da marca realizadas nos últimos 12 meses por usuários de todo o país.

 

Corolla é líder isolado

Segundo os dados coletados pela Webmotors - site de compra, venda e financiamento de carros e motos novos e usados - o Corolla desponta como líder isolado entre os modelos novos e usados que mais receberam buscas e visitas de consumidores no site de vendas.

Na sequência dos mais procurados estão a picape Hilux (2º), Hilux SW4 (3º), Corolla Cross (4º), Yaris (5º), Etios (6º), RAV4 (7º), Camry (8º), Bandeirante (9º) e o Supra (10º).

Boletim Focus

Pela terceira semana consecutiva, o mercado financeiro reduziu as expectativas que tem para a inflação em 2026. De acordo com o Boletim Focus, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará o ano em 4%. O índice, que é a inflação oficial do país, estava projetado em 4,02% na semana passada.

Dentro da meta

Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para 2026 e anos subsequentes é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%. Todas projeções de inflação indicadas pelo Focus estão dentro da meta.

Estabilidade

Os demais índices anunciados pelo Boletim Focus para 2026 apresentam estabilidade na comparação com as semanas anteriores. No caso da taxa básica de juros (Selic), o mercado financeiro mantém os 12,25% estimados para o final de 2026, percentual calculado há cinco semanas seguidas. Hoje a Selic está em 15%.

Selic a 10,5%

Para 2027, a expectativa do mercado financeiro é de que a Selic caia para 10,50%. Para 2028, as expectativas também se mantêm estáveis, projetando que a Selic ficará em 10%, ao final do ano. Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB - a soma de todos bens e serviços produzidos no país -) as expectativas são de que a economia cresça 1,80% em 2026.

Para 2027

Para os anos seguintes, o mercado financeiro projeta crescimento de 1,80% em 2027; e de 2% em 2028. De acordo com o Boletim Focus, o dólar estadunidense deve fechar 2026 cotado a R$ 5,50. Este valor é o mesmo projetado há 15 semanas. Para 2027 e 2028, estão projetadas cotações a R$ 5,51; e R$ 5,52, respectivamente.

Demanda

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros.

Caixa paga Bolsa Família de NIS final 8

A Caixa Econômica Federal paga nesta quarta-feira (28) a parcela de janeiro do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 8. O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 697,77. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcançará 18,77 milhões de famílias, com gasto de R$ 13,1 bilhões. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais.

Benefício variável para nutriz

O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga R$ 50 a gestantes e mães que amamentam, um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos. No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês.