A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de retirar o país de 66 organizações internacionais, entre elas 31 ligadas ao sistema das Nações Unidas (ONU), marca uma inflexão relevante na governança global e acende alertas no comércio internacional.
Ao classificá-las como contrárias aos interesses nacionais dos EUA, Washington sinaliza uma postura ainda mais unilateral, com potenciais impactos sobre regras comerciais, padrões regulatórios e a previsibilidade das relações econômicas globais. Ao atingir entidades centrais para temas como comércio, meio ambiente, desenvolvimento sustentável, direitos trabalhistas e cooperação técnica, a medida aprofunda o distanciamento dos EUA de fóruns multilaterais.