Por: POR MARTHA IMENES

CORREIO ECONÔMICO | Mega-Sena acumula. Que tal tentar a sorte? Confira dicas

Volante de apostas vai do número 1 ao 60 | Foto: Agência Brasil

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.959 da Mega-Sena, realizado na terça-feira (13). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 35 milhões para o próximo sorteio, que será realizado no dia 15.

Os números sorteados foram: 18 - 26 - 35 - 41 - 44 - 45. De acordo com a Caixa, 27 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 58.801,80 cada. Outras 1.883 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.389,80. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

Lembre-se que ganhar na loteria é, acima de tudo, uma questão de sorte, e as probabilidades matemáticas de acertar a sena são de aproximadamente uma em mais de 50 milhões com um jogo simples.

 

Como aumentar possibilidades

Participar de bolões é a forma mais eficaz de aumentar as chances de ganhar. Ao dividir o custo de um jogo com mais números ou de múltiplas apostas com outros jogadores, o apostador concorre com mais combinações e, consequentemente, tem mais probabilidade de acerto, mesmo que o prêmio seja dividido. Outra dica é apostar em mais números. No volante simples, o apostador escolhe 6 números entre 60. Se marcar até 20 aumenta as chances (e o custo da aposta).

Vendas devem crescer 3% em 2026

Vendas de veículos ao exterior teve alta em agosto | Foto: Tom Fisk/ Pexels

O licenciamento de carros e veículos comerciais leves, como picapes e furgões, deve crescer cerca de 3% neste ano, com a venda de mais de 2,6 milhões de unidades, projeta a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

No ano passado, a venda de automóveis e veículos comerciais novos teve um desempenho positivo, com aumento de 2,58% em relação ao ano anterior, com 2,5 milhões de unidades comercializadas, pontua a federação, que liberou as projeções na terça.

 

Desempenho de caminhões e ônibus

Quando se soma os resultados esperados para os segmentos de caminhões e ônibus, a expectativa para este ano é de crescimento de 3,02%, com quase 2,8 milhões de unidades vendidas. No ano passado, todos esses segmentos somados - automóveis, veículos leves, ônibus e caminhões - cresceram 2,08%, com o licenciamento de 2,7 milhões de unidades.

Haddad comenta déficit primário

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad: resultado está dentro da margem de tolerância | Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Os números preliminares da equipe econômica indicam que o Governo Central encerrou 2025 com déficit primário de cerca de 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país), informou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O resultado está dentro da margem de tolerância.

 

Contabilidade fiscal

Haddad explicou que o percentual de 0,1% leva em conta apenas as despesas incluídas na contabilidade fiscal regular. Quando são incorporados gastos autorizados por decisões judiciais e pelo Congresso, como precatórios e indenizações a aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o déficit sobe.

Meta cumprida

"Pelo terceiro ano consecutivo, estamos cumprindo a meta de [déficit] primário. O número é preliminar, mas devemos ter terminado o ano com 0,1% de déficit", disse o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Pelas regras do arcabouço fiscal, em vigor desde 2023, o resultado primário pode variar em até 0,25 ponto percentual do PIB.

Distorções

"Se considerarmos as exceções aprovadas pelo Congresso e decisões judiciais, estamos falando de algo em torno de 0,17% de déficit. Já com os precatórios, vamos fechar o ano em 0,48%", disse.

Segundo o ministro, a inclusão desses valores representa maior transparência fiscal e corrige distorções de anos anteriores.

Impacto de juros

Haddad comentou projeções do Tesouro, que apontam uma piora na trajetória da dívida pública, com possibilidade de o endividamento alcançar 95,4% do PIB em 10 anos, caso não haja novas medidas de aumento de receita. De acordo com o ministro, o principal fator de pressão sobre a dívida é o nível elevado dos juros reais.

Dados oficiais

"Hoje, o que mais afeta a dívida pública é o juro real, mais do que o resultado primário. O primário está sendo cumprido de forma consistente, e vamos continuar nessa atuação", disse.

Os dados oficiais do resultado fiscal de 2025 ainda serão divulgados no fim deste mês de janeiro.